Depois da notícia de que a administração norte-americana exigiu ao Twitter que revele as fichas pessoais e detalhes do staff da WikiLeaks, incluindo os dados de Assange, a organização está a pressionar o Facebook e o Google para que mostrem as ordens judiciais que o exigem.
Argumento
A notícia foi avançada na sexta-feira pela revista "Salon", que teve acesso ao documento de intimação. A WikiLeaks, que se tem dedicado a divulgar informações confidenciais dos EUA, acredita que a administração está a usar as redes sociais para um contra-ataque ao site e exige que o Facebook e o Google (dono da rede social Orkut) admitam ter recebido a ordem, já que, ao contrário do Twitter, não notificaram os seus utilizadores.
Alvos
No site da organização de Julian Assange explica-se em que consiste a ordem judicial: "O Departamento de Estado pediu as mensagens privadas, os contactos, os endereços IP e os dados pessoais da conta de Julian Assange e de pelo menos outras três pessoas associadas à WikiLeaks." Ao receber o documento, o Twitter pediu autorização para alertar os visados. A permissão foi concedida na quarta-feira.
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